O Brasil viveu um final de semana bastante agitado nas ruas
e na política. Milhares de brasileiros, de um lado aqueles que defendem a atual
política social do Governo federal, do outro lado, grupos de insatisfeitos com
a política econômica, a classe média, foram às ruas para defenderem seus
interesses.
A CUT e outras centrais sindicais, bem como sindicatos e
associações, levaram alguns milhares de pessoas a Avenida Paulista, em São Paulo, e em outros
vinte e seis Estados da federação.
As manifestações tiveram como intuito apoio ao Governo
Dilma Roussef, a não privatização da Petrobras e a manutenção das conquistas
sociais.
Já para dia 15 de março, foram organizadas, supostamente
pelas redes sociais, entretanto, via-se claramente a presença de forte
influência de partidos políticos oposicionistas ao atual governo, bem como
grupos de insatisfeitos, conservadores e grupos de extrema direita.
Grande parte dos manifestantes pedia a saída ou o
impeachment da presidente Dilma e protestava contra a corrupção na Petrobras e
em outros órgãos do Governo. Algumas manifestações claramente defendiam a
intervenção militar no Brasil (Golpe de Estado).
Vestidos com camisas da seleção brasileira, muita gente
ganhou as ruas com os mais variados pedidos e manifestações. Gente que pedia
intervenção militar, outros o impeachment da presidente, outros bradavam, com
violência uma verdadeira eliminação física daqueles que defendem as atuais
políticas sociais.
Onde o Governo errou.
O Governo federal errou ao permitir que a Petrobras
sofresse os mais duros golpes em sua estrutura interna, com o suposto desvio de
milhares de reais para contas de gestores da Empresa, bem como permitiu que se desse
lastro para que fortes grupos econômicos, nacionais e internacionais, agora
estejam esperando para abocanharem uma presa fácil – a PETROBRAS, com suas
enormes jazidas de petróleo.


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